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Nascida em 16 de dezembro  de 1999 em Botafogo no Rio de Janeiro - Brasil.

A história da Letícia começou no carnaval de 2004, quando seu pai desfilou na bateria de uma escola de samba e deu suas baquetas para ela. Ela brincava com as baquetas, batendo em um atabaque que  seu pai tinha em casa. Percebendo sua habilidade, seu pai passou a observá-la  com mais atenção. O pai, apreciador de bandas de rock como The Who, Rolling Stones, Led Zeppelin, Deep Purple, Queen, etc... assistia aos  DVDs dos grupos e a Letícia acompanhava as músicas batendo no  atabaque. Após, insistentemente, pedir ao pai que comprasse uma bateria,  Letícia ganhou uma dia 10 de julho. Foi difícil encontrar uma  bateria infantil de qualidade. A que foi comprada para a Letícia foi  acrescida de um contra-tempo e um prato de ataque que substituiu o original,  que é de péssima qualidade. A partir de então, a Letícia  ganhou mais CDs e DVDs de bandas de rock, bem como 1 fita em VHS da Vera Figueiredo, que toca na banda do programa Altas Horas, da Rede Globo. Todo dia, ao chegar da creche onde cursa o jardim II, ela colocava a fita da Vera Figueiredo e tentava imitá-la, muitas vezes treinando até 10, 11 horas da noite, sem receber reclamações de vizinhos. Detalhe: a fita  da Vera Figueiredo não era para iniciantes, pois não foram encontradas  fitas da Vera para iniciantes no mercado do Rio. O progresso da Letícia  era impressionante: muito performática, com seu jeito próprio de bater, inventando batidas e viradas. Um talento nato, já que a interferência  do seu pai foi pouca, pois ele não é baterista.

 

Pitty em minha Vida

Um dia, seu pai Gildo levou um CD da Pitty para a Letícia. Este CD ela passou a ouvir todos os dias, tentando acompanhar as músicas na sua bateria.

Num espaço de 20 dias, ela já acompanhava a música Teto de Vidro da Pitty. O pai, impressionado, resolveu registrar esse momento gravando e filmando em estúdio sua performance na bateria, no dia 02/10, na qual tocou Teto de Vidro.

Na semana que antecedeu a gravação, seu pai tomou conhecimento de que a Pitty tocaria no Canecão, no Rio, nos dias 02 e 03/10. Ele ligou para o Canecão e foi informado que a idade mínima para assistir ao show era de 7 anos. Sensibilizado pela insistência da Letícia em conhecer a Pitty, ele entrou em contato com o escritório da produtora (Cida) e também conversou, por telefone, com a assessora de imprensa da Pitty (Kelly), para viabilizar esse encontro, visto que a Letícia dizia que queria ver a Pitty cantar e tocar, que a amava, que a achava linda demais, que ela era maravilhosa, que queria tirar uma foto e dar um beijo nela (palavras dela). Pediram que a levasse no Canecão e esperasse no portão, por onde entram os artistas, e procurasse pelo Roberto. Só que esqueceram da Letícia, após uma espera de 2 horas no portão, não permitindo um breve contato sequer com a cantora assim que chegou, deixando a Letícia muito triste, já que fora criada uma expectativa na cabeça da menina. A Letícia saiu do Canecão por volta das 17h45, pois às 18h tinha a gravação no estúdio e essa gravação virou um DVD, o primeiro de sua vida. Ela ainda sonha em conhecer a Pitty e a Vera Figueiredo.

Observação: Ela também pediu ao pai para comprar uma guitarra, um teclado e um contrabaixo, que ela chama de dum-dum, pois disse que vai tocar todos esses instrumentos, alguém duvida?

Quando assistirem o dvd ,deêm um desconto , foi a primeira vez que ela entrou num estúdio , e claro ficou um pouco assustada com os microfones e a câmera,ela teve que tocar a música umas cinco vezes , pois só tinha uma câmera.